Levantamento do Ipea é baseado nos dados do Cadastro Único do governo federal; entre 2013 e 2023, número de pessoas que vivem sem residência fixa ou em condições precárias cresceu de 22 mil para 227 mil. A Seta Sistemas tem uma solução completa para gestão de pessoas em situação de rua com geoposicionamento, gráficos, relatórios de monitoramento, relatórios de abordagens, etc
MegaEdu é uma organização sem fins lucrativos que tem como princípio levar internet de alta velocidade para todas as escolas públicas do Brasil. A instituição defende que a “internet deveria ser o que une as pessoas, não parte do abismo que as separa” e, vem trabalhando nesse propósito. Em 2023, foi publicado no Diário Oficial um Acordo de Cooperação entre a instituição e o governo. Entre outros pontos, os dados e as análises da MegaEdu passam a ser oferecidos ao governo para a criação de políticas públicas de conectividade, além da promoção de monitoramento da qualidade da internet em todo o Brasil. E a parceria já rendeu frutos.
Em setembro, o Governo Federal lançou a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC), criando um plano para coordenar políticas de conectividade, e garantir a meta de até 2026, oferecer internet de qualidade para as mais de 138 mil escolas públicas de educação básica do Brasil.
Raio-X da conectividade nas escolas
Segundo a MegaEdu – com base no Censo Escolar 2021, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) -, somente 6% das escolas públicas no Brasil têm computadores em quantidades suficientes para atender a demanda dos alunos. Além disso, uma em cada cinco escolas não têm acesso à internet de qualidade.
Para a MegaEdu, é preciso trabalhar com as lideranças da comunidade escolar para levar internet de qualidade para todas as escolas. “Isso significa criar soluções simples, baseadas em dados, que serão a ponte entre quem tem direito ao acesso e quem pode ajudar a transformar a educação”.
Estratégia Nacional de Escolas Conectadas
De acordo com o governo federal, o Programa Escolas Conectadas, deve receber mais de R$ 8 bilhões em recursos do Programa Aprender Conectado (Leilão do 5G), do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), da Política de Inovação Educação Conectada, Lei de Conectividade (Lei 14.172/2021) e de outras fontes.
Na prática, esses recursos serão destinados à implantação da infraestrutura de conectividade, o que deve garantir acesso à internet de qualidade, com velocidade adequada, e a distribuição de sinal dentro da escola.
O governo vê como estratégico que a internet seja uma ferramenta de educação digital e, por isso, prevê a disponibilização de recursos e a formação de professores para o uso de novas tecnologias em sala de aula.
Comitiva no projeto de conectividade em escolas do Rio Grande do Norte, que contou com presença dos gestores do MCom, membros da RNP, do BNDES, do MEC, do FNDE, da Casa Civil e da ONG MegaEdu (Foto: Divulgação/gov.br)
Já aderiram à estratégia 3.495 municípios, o que corresponde a cerca de 62,75% do total. Eles estão espalhados por 18 estados (70,37% do total) brasileiros. No Acre e Amazonas, todos os municípios já aderiram à iniciativa, seguidos do Pará (88,89%) e do Rio Grande do Norte (87,43%).
O levantamento realizado pelo governo em dezembro de 2023 apontou ainda que São Paulo é o estado com menor percentual de adesão municipal ao programa. Até aquele momento, apenas 36,59% de um total de 645 municípios aderiram à Estratégia Nacional de Escolas Conectadas.
A migração para a nuvem é um processo que envolve a transferência parcial ou total de dados físicos e aplicações de uma empresa para um ambiente de cloud. Isso exige evolução tecnológica da empresa, pois a inovação demanda diversos cuidados e procedimentos de segurança, especialmente por envolver dados sensíveis da organização.
A computação em nuvem tem como característica fornecer ferramentas de armazenamento, segurança, software e serviços, capazes de otimizarem a operação dos negócios. Na maioria dos casos, os principais sistemas utilizados pelas empresas são os primeiros impactados com a migração para a nuvem, seguidos de sistemas bancários e de dados. Por isso, quando o assunto é migração para a nuvem, o planejamento antes da execução deve estar no topo da lista de prioridades.
A migração para a nuvem é um processo que contempla várias etapas e inclui a avaliação, o planejamento, a migração propriamente dita e a otimização/modernização dos recursos da empresa. Um programa de migração executado corretamente tem a capacidade de ajudar as empresas na redução de riscos, além de controlar custos.
De acordo com um estudo da Sky.One o mercado de serviços de migração para a nuvem deve chegar a US$ 448,34 bilhões até 2026. No cenário global, muitas empresas já optaram pela migração para a nuvem, sendo que, nos últimos anos, houve uma aumento na adoção da cloud.
Quando migrar para a nuvem?
Vantagens da migração para a nuvem
Análise de dados
Agilidade
Modernização de dados
Segurança avançada
Gerenciamento de ciclos
Banco de dados e data centers
Nuvem pública, privada e híbrida
Passo a passo na migração para a nuvem
1. Planejamento
2. Cronograma para execução de cada etapa
3. Escolha do serviço de armazenamento
4. Preparo para executar as tarefas
5. Teste da segurança da migração
Quando migrar para a nuvem?
Uma das principais justificativas de quem faz a migração para a nuvem é a otimização de recursos. Se essa é uma das prioridades da sua empresa, está na hora para começar a planejar a estratégia. A migração é indicada para todas as empresas que almejam o desenvolvimento da organização e a otimização da estrutura, mantendo a segurança de dados.
A otimização da infraestrutura física, aliás, aparece em segundo lugar para as empresas que apostam na migração de dados para a nuvem. Na maioria das vezes, o processo auxilia as organizações também na questão de segurança dos dados, uma vez que é possível aumentar a governança.
A migração para a nuvem é indicada para empresas que planejam escalar de forma flexível, modernizar seus sistemas e, ao mesmo tempo, reduzir custos operacionais, além de priorizar a segurança de dados. Contudo, vale ressaltar que o processo demanda planejamento, o que garantirá que a migração seja bem-sucedida e, mais que isso, que atenda às demandas da empresa.
Vantagens da migração para a nuvem
Os principais benefícios são a melhoria do desempenho, a segurança e a escalabilidade para as cargas de trabalho. Algumas empresas optam pela migração para a nuvem por motivos diversos, como os listados a seguir.
Análise de dados
Quando os sistemas operacionais podem ser acessados de qualquer lugar e a qualquer momento, a migração se torna interessante, pois permite a análise de dados em tempo real. Migrar aplicativos de CRM, SAP e outros bancos de dados de marketing, por exemplo, é uma alternativa importante para criar oportunidades de novos negócios, além de aumentar a produtividade.
Agilidade
A nuvem permite que as organizações se adaptem ao mercado com maior agilidade diante das ações dos concorrentes, o que aumenta as possibilidades de entrada no mercado.
Modernização de dados
Uma transformação digital se consolida quando a empresa opta por abandonar os data centers locais para organizar seus dados na nuvem de forma moderna e ágil.
Segurança avançada
A nuvem permite que as empresas ou organizações aproveitem ao máximo as ferramentas e os serviços de segurança do provedor, como o gerenciamento de identidade e acesso, chaves de criptografia, arquitetura Zero Trust, entre outros.
Gerenciamento de ciclos
Geralmente hardware e software têm um período definido de vida útil para uma empresa. Com contratos de licenciamento, o processamento de ciclos de fim de vida útil se torna, na maioria das vezes, um processo oneroso para as empresas. Por isso, ter uma infraestrutura flexível permite trabalhar com mais agilidade e de forma atualizada.
Banco de dados e data centers
Basicamente um processo de migração para a nuvem é como uma mudança física. Contudo, envolve a transferência de dados, aplicações e processos de TI de alguns data centers para outros.
Quando as empresas passam a considerar a migração do data center para um novo ambiente é que a nuvem entra em cena. Em sua grande maioria, os data centers locais das empresas atingem com facilidade suas capacidades de armazenamento e processamento de dados. Por isso, o uso da nuvem é uma boa alternativa. Além de agregar segurança aos dados, como já apontado anteriormente, a migração para a nuvem pode ser um grande passo rumo à transformação digital da sua empresa.
Essa estratégia de armazenamento de dados avançou consideravelmente nos últimos 20 anos, passando por mídias individuais, com os disquetes, CDs e pendrives, chegando aos data centers e, agora, ao armazenamento em nuvem. Além da mudança na forma como os dados eram e passaram a ser armazenados, a evolução partiu para áreas estratégicas como a segurança dos dados, por exemplo. Esta, aliás, é uma das mais relevantes justificativas para a migração de dados para a nuvem.
Em suma, a migração para a nuvem permite uma resposta rápida ao crescimento das empresas, de forma a adequar a infraestrutura anterior, que já não comportava mais a estrutura atual da empresa. Ou seja, modernização e segurança para todas as áreas corporativas.
Quando bem implementada, a migração proporciona o armazenamento dos dados corporativos de forma blindada, com atualizações constantes de segurança, permitindo o acesso remoto aos dados de forma segura. Além disso, a migração é entendida como um modelo que reduz os riscos indesejados e demais ameaças presentes no armazenamento em infraestrutura física.
Nuvem pública, privada e híbrida
Existem três tipos de nuvem: pública, privada e híbrida. A nuvem privada, também chamada de interna ou corporativa, armazena dados de uma única empresa. Ela pode ser hospedada em um data center da própria organização ou fornecida por um provedor de serviços. Já a pública, ao contrário, conta com um provedor que armazena os dados de várias empresas, responsabilizando-se pelo gerenciamento e armazenamento, o que torna a modalidade mais atraente, do ponto de vista financeiro.
Por fim, a nuvem híbrida consiste em um sistema de várias nuvens privadas e públicas, no qual a organização pode espalhar e intercalar o armazenamento das suas informações. Algumas empresas, por exemplo, optam por manter determinados dados em um data center local, migrando apenas uma parte das informações para a nuvem. Além disso, a nuvem híbrida também é uma alternativa útil para o backup de nuvem para nuvem, quando os dados locais são submetidos a backup em uma nuvem pública como uma solução de recuperação, em caso de desastres como incêndios, inundações ou crimes virtuais.
Passo a passo na migração para a nuvem
Antes de efetuar a migração para a nuvem, é importante lembrar de seguir alguns passos para evitar transtornos durante a execução da tarefa. Confira a seguir.
1. Planejamento
Considere como ponto de partida uma avaliação das atuais demandas da empresa, englobando processos internos e tipos de informações corporativas.
2. Cronograma para execução de cada etapa
Geralmente, a mudança de modelo de infraestrutura de TI é uma tarefa complexa. Por isso é importante criar um cronograma que retrate a realidade. Ele pode evitar distrações durante o projeto. Uma boa alternativa é partir para uma integração gradual.
3. Escolha do serviço de armazenamento
Optar entre nuvem pública, híbrida, privada ou multicloud dependerá exclusivamente das necessidades atuais e futuras da empresa.
4. Preparo para executar as tarefas
Um dos pontos-chave do processo de migração para a nuvem é o preparo da equipe. Investir em conhecimento é essencial para garantir o sucesso da migração dos dados da empresa para a nuvem.
5. Teste da segurança da migração
Considerados como a última etapa do processo de migração para a nuvem, os testes de segurança fazem parte do momento crítico da migração. Isso porque todos os dados da empresa estarão no novo servidor e isso demanda que o mesmo esteja em conformidade com a regulamentação para a devida proteção das informações.
Com o avanço da transformação digital, um cenário de potenciais vulnerabilidades está sendo desenhado pelo setor de cibersegurança. Esse tipo de incidente já lidera a lista das preocupações de empreendedores em todo o mundo, já que garantir a proteção de dados é essencial. De acordo com o Centro de Competência Cibernética da Allianz, o custo médio da violação de dados registrou o recorde histórico de US$ 4,35 milhões, com uma projeção de US$ 5 milhões para os próximos meses.
Cerca de 90% dos ataques às organizações resultam das próprias vulnerabilidades nos sistemas, banco de dados ou mesmo falhas dos próprios usuários. O uso indevido de credenciais de acesso a plataformas de armazenamento de dados representa aproximadamente 50% dos ataques, sendo que sistemas corrigidos ou mal configurados somam 19%.
Para o Centro de Competência Cibernética da Allianz, é essencial que as medidas de segurança avancem no mesmo ritmo da inovação tecnológica.
Como garantir a proteção dos dados?
Dentre as principais preocupações relacionadas à segurança empresarial, entra em cena o ransomware. Com o avanço do trabalho híbrido, aliado à vulnerabilidade na cadeia de suprimentos, o risco de ocorrência deste golpe se torna cada vez maior.
Diante disso, as grandes corporações têm investido cada vez mais em segurança. A Oracle, por exemplo, aposta na inovação para reforçar a integridade e a proteção das informações de seus clientes. Por isso, a empresa criou uma comunidade digital, com a finalidade de aumentar a consciência sobre a importância de ter atenção às ameaças cibernéticas.
“A segurança está embutida em nosso DNA e é por isso que estamos, constantemente, trabalhando com nossos clientes para minimizar suas preocupações e melhorar a proteção e conformidade de todos os requisitos e leis de privacidade nos países onde operamos. Atualmente, protegemos mais de 60% dos dados corporativos globalmente, apoiados por serviços que têm os mais altos padrões de securança e são supervisionados por profissionais que analisam cenários de vulnerabilidade e possíveis ataques que empresas ou organizações governamentais podem enfrentar”, disse Bruno Santiago, Head de Cibersegurança para Oracle América Latina.
A empresa desenvolve todos os seus produtos baseados em três pilares centrais: Security First, Zero Trust e Cyber Resilience.
Security First
A intervenção humana expõe alguns processos de informações e possíveis erros que representam ameaças diretas à integridade dos dados das empresas. Assim, a Security First fornece uma abordagem abrangente para a proteção de dados das organizações. O sistema funciona tanto na nuvem quanto no local, baseado em três pilares: redução de riscos, automação e proteção contínua.
Zero Trust
A estratégia Zero Trust é baseada em controles de segurança para estabelecer e manter a confiança nas organizações, o que inclui a compreensão dos usuários, serviços, dispositivos e dados de uma empresa. Com baixos níveis de confiança em usuários e dispositivos conectados à rede, a abordagem autentica e autoriza solicitações, com base em múltiplos sinais e dados de comportamento, aumentando o monitoramento constante do acesso.
Cyber resilience, ou resiliência cibernética
Esse pilar se refere à capacidade de antecipar, resistir, recuperar e se adaptar a possíveis condições adversas como estresses, ataques, e/ou vulnerabilidades em sistemas. Trata-se de um elemento cada vez mais necessário para evitar a perda de informações e de dinheiro. Para isso, é necessário proteger a organização, melhorar a continuidade dos negócios e maximizar a disponibilidade.