Categoria: Ensino

Lápis 360 – Baby: A Solução Digital para a Gestão Eficiente de Creches e Berçários

Digitalize documentos, gerencie matrículas online e fortaleça a comunicação com os pais.
O Lápis 360 – Baby oferece uma plataforma completa para a gestão de creches e berçários.
Mais organização, segurança e praticidade para o dia a dia da sua instituição.

Transforme a Gestão da sua Escola com o Lápis 360: A Tecnologia a Favor da Educação

No cenário educacional em constante evolução, a gestão eficiente de uma instituição de ensino é fundamental para o sucesso. Processos manuais, planilhas complexas e a falta de comunicação podem consumir tempo e recursos preciosos, impactando diretamente a qualidade do ensino e a experiência de alunos e colaboradores.

Pensando nisso, a Seta Sistemas apresenta o Lápis 360, um Sistema de Gestão Escolar completo e inovador, projetado para simplificar e otimizar a administração da sua escola. Queremos convidar você a conhecer como essa ferramenta pode transformar a sua instituição!

Lápis 360: Revolucionando a Gestão Escolar com Tecnologia Inteligente

No dinâmico cenário educacional atual, instituições de ensino precisam de ferramentas tecnológicas que simplifiquem processos e potencializem resultados. É neste contexto que o Lápis 360 surge como uma solução completa e inovadora para gestão escolar.

IA pode combater fraudes no ensino à distância

Uma startup brasileira quer combater fraudes em provas online usando inteligência artificial (IA). Foi desenvolvido uma ferramenta de análise de dados combinada, ou seja, com recursos de IA e humanos. Segundo a empresa, 500 mil exames já foram acompanhados, com 5 milhões de alertas de possíveis fraudes geradas.

O sistema faz verificação biométrica, analisando a troca de uma ou mais faces e desvio e giro de cabeça para ter certeza de quem é que está fazendo a prova. A tecnologia também bloqueia automaticamente funções do sistema operacional de computadores, como alternar usuários, menu Iniciar, barra de ferramentas, comando Ctrl, Alt e Del, entre outros.

Após a finalização do exame, são gerados dados e relatórios, com interface gráfica para visualização dos alertas emitidos durante a aplicação de cada prova. Também é possível ter o acesso a áudio e vídeo captados durante a avaliação.

A seu favor, a solução possui recursos de integração com sistemas de geração de exames, como Moodle e Canvas, através de plugins e APIs simples de serem implantadas. Além disso, a tecnologia já está sendo testada por empresas como a Konviva (Senior) e Calriz, parceiras da startup no setor de educação corporativa. 

Interesse em EAD deve impulsionar solução

ead

A tecnologia deve ajudar um setor que cresce a passos largos. Dados do Censo da Educação Superior divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) em 2023 mostram que o número de cursos ofertados por educação a distância (EAD) cresceu 700% em dez anos. De 1148, em 2012, o volume cresceu para 9186 em 2022.

O número de alunos em cursos EAD também é relevante. São 171 alunos para cada professor no ensino a distância, enquanto a modalidade presencial conta com 22 estudantes por docente.

A solução está ainda alinhada com pesquisas sobre o uso da IA no âmbito educacional. O Instituto Semesp, entidade que representa mantenedoras de ensino superior, apontou que três em cada quatro professores concordam com a implementação da tecnologia no ensino. O estudo, realizado com 444 docentes das redes pública e privada, revelou que 74,8% dos entrevistados concordam parcial ou totalmente com o uso da tecnologia e inteligência artificial no ensino.

Fonte: Embratel

Pisa aponta que a pandemia derrubou qualidade da educação no mundo a nível sem precedentes

A pandemia derrubou a qualidade da educação básica globalmente em todas as áreas do conhecimento analisadas pelo Pisa, uma das principais avaliações do tema do mundo. Brasil também recuou em matemática, ciências e leitura, porém em níveis menores.

Segundo a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), responsável pela prova, a situação fez o resultado cair para níveis “sem precedentes”.

O Pisa 2022 foi divulgado na manhã desta terça (5) em Paris. Esses são os primeiros resultados que permitem comparar o impacto da pandemia e do fechamento de escolas no aprendizado dos alunos em diferentes locais do mundo.

A maior queda verificada foi em matemática. A média dos países da OCDE caiu de 487 pontos, em 2018, para 472, em 2022. A redução de 15 pontos representa uma perda de aprendizado de meio ano escolar na vida dos estudantes.

Em leitura, houve uma queda de 10 pontos. A média dos países passou de 486 pontos para 476 no período. Em ciências, também houve redução na média geral, que passou de 487 para 485 pontos.

O Pisa avaliou 690 mil estudantes de 15 anos, em 81 países e regiões do mundo. Realizada pela primeira vez no ano 2000, a prova, que costumava ser aplicada a cada três anos, foi adiada em um ano por causa da pandemia. Assim, a edição, programada para 2021, foi feita no ano passado.

“Em duas décadas de provas do Pisa, a média da OCDE nunca havia mudado mais do que quatro pontos em matemática de uma edição para outra. Isso é o que torna os resultados de 2022 tão únicos. A queda dramática de performance em muitos países e a pandemia de Covid-19 parece ser um fator óbvio”, diz o relatório.

A média da OCDE é calculada a partir do resultado dos 38 países que fazem parte da organização —em sua ampla maioria, nações mais desenvolvidas. O Brasil não faz parte do grupo.

A entidade, no entanto, destaca que uma análise mais detalhada aponta que a queda de desempenho dos estudantes em leitura e ciências teve início antes da pandemia. A performance dos países da OCDE atingiu seus maiores patamares em 2012 e 2009, mas depois entrou uma rota de queda.

“Isso indica que há problemas de longo prazo que foram potencializados. Por exemplo, trajetórias negativas no desempenho em matemática já começavam a aparecer em 2018 na Bélgica, Canadá, Finlândia, França, Hungria, Islândia, Holanda, Nova Zelândia e na Eslováquia”, diz o relatório.

O Brasil seguiu a tendência dos países da OCDE, com queda nas três áreas, ainda que tenha tido perdas menos acentuadas. A área mais afetada entre os estudantes brasileiros foi matemática, em que a nota caiu de 384 para 379, entre 2018 e 2022. Há dez anos, a média brasileira na área era de 389.

Mesmo com a piora nas médias, o Brasil conseguiu melhorar sua posição no ranking em relação aos demais países. Em matemática, passou do 71º lugar para 65º, mas ainda segue diante da média da OCDE, que foi de 472 pontos, e continua atrás de países como a Arábia Saudita, Peru, Costa Rica e Colômbia (os dois últimos integram a organização).

O Brasil também teve queda de desempenho em leitura, passando de 413 pontos, em 2018, para 410, em 2022. Metade dos estudantes brasileiros está no nível abaixo do básico em leitura, o que significa que eles têm dificuldade, por exemplo, de identificar informações explícitas em um texto.

Também houve queda na média de ciências, que passou de 404 para 403 pontos no mesmo período.

“O Brasil tinha resultados tão ruins antes da pandemia, que quase não teve impacto na nota dos estudantes mais vulneráveis. Isso mostra como o nosso sistema educacional já ia muito mal”, diz Mozart Neves Ramos, catedrático do Instituto de Estudos Avançados da USP.

Ele também destaca os baixos resultados do país mesmo entre os estudantes mais favorecidos economicamente. “A nota dos nossos alunos mais ricos equivale a de países como o Cazaquistão. A gente precisa encarar que o nosso ensino de matemática vai muito mal de uma maneira geral. Temos uma crise nessa área”, diz.

Segundo a organização, os dados indicam que os sistemas de ensino que ficaram com escolas fechadas por menos tempo conseguiram manter ou melhorar o desempenho de seus estudantes em matemática entre 2018 e 2022.

“Um em cada três países/economias conseguiram evitar o fechamento das escolas para a maioria de seus estudantes por mais de três meses. Na Islândia, Japão, Coreia, Suécia, Suíça e Taipei [em Taiwan] mais de 3 a cada 4 alunos disseram que suas escolas ficaram fechadas por menos de três meses, já no Brasil, Irlanda, Jamaica e Letônia só um em cada quatro ficaram longe da escola por menos de três meses”, diz o relatório.

A organização diz ainda que manter as escolas abertas por mais tempo teve um efeito importante nos resultados, mas não é suficiente para explicar a melhora ou manutenção do desempenho. “Nas situações em que as escolas precisam ser fechadas, os sistemas educacionais precisam garantir que as aulas possam continuar a distância. A educação remota força os estudantes a aprenderem de forma mais autônoma, promovendo a aquisição de habilidades que são benéficas”, diz.

Fonte: OCDE, Folha de SP