Categoria: Ensino superior

Transforme a Gestão da sua Escola com o Lápis 360: A Tecnologia a Favor da Educação

No cenário educacional em constante evolução, a gestão eficiente de uma instituição de ensino é fundamental para o sucesso. Processos manuais, planilhas complexas e a falta de comunicação podem consumir tempo e recursos preciosos, impactando diretamente a qualidade do ensino e a experiência de alunos e colaboradores.

Pensando nisso, a Seta Sistemas apresenta o Lápis 360, um Sistema de Gestão Escolar completo e inovador, projetado para simplificar e otimizar a administração da sua escola. Queremos convidar você a conhecer como essa ferramenta pode transformar a sua instituição!

Software gestão escolar

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A Plataforma Lápis 360 é leve, totalmente modularizada, integrada, multi unidade escolar e com único acesso, assim, os trabalhos são reduzidos, aumentando a produtividade dos colaboradores, professores e coordenadores

Inscrições para o ProUni

Começou hoje, segunda-feira (1º) e vai até o dia 4 de agosto o período de inscrição na edição do segundo semestre de 2022 do Programa Universidade para Todos (Prouni).

Podem participar estudantes interessados em bolsas de estudo parciais, de 50%, ou integrais, de 100%, em diversas universidades privadas, desde que tenham feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e atingido, no mínimo, a média de 450 pontos em cada matéria do exame. Além disso, o estudante não pode ter zerado a prova de redação e nem ter participado como treineiro.

Segundo o edital do ProUni, o resultado com a lista dos candidatos pré-selecionados estará disponível na página oficial do Programa e será constituído de duas chamadas sucessivas. A 1ª chamada será no dia 8 de agosto e a 2ª chamada em 22 de agosto de 2022.

Novidades

Uma das novidades desta edição é que a inscrição deverá ser feita por tipo de modalidade de concorrência, que são: ampla concorrência e ações afirmativas. Com isso haverá ainda uma ordem de prioridade para a classificação dos candidatos inscritos conforme cada modalidade escolhida.

Outra mudança é a ampliação dos critérios de origem escolar do estudante que deseja disputar as bolsas do Prouni. A classificação observará a modalidade de concorrência escolhida pelo estudante em sua inscrição por curso, turno, local de oferta, instituição, e dentro de cada modalidade deverá ser obedecida a ordem decrescente das notas do Enem e, segundo o Edital, priorizada a seguinte ordem:

– professor da rede pública de ensino, exclusivamente para os cursos de licenciatura e pedagogia destinados à formação do magistério da educação básica, se for o caso e se houver inscritos nessa situação;
– estudante que tenha cursado o ensino médio integralmente em escola da rede pública;
– estudante que tenha cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bolsista integral da respectiva instituição;
– estudante que tenha cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista;
– estudante que tenha cursado o ensino médio integralmente em instituição privada, na condição de bolsista integral da respectiva instituição; e
– estudante que tenha cursado o ensino médio completo em instituição privada, na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista.

Renda

Para participar do processo o candidato deve preencher alguns critérios como as exigências de faixas de renda per capita: até 1,5 salário mínimo, para bolsa integral; e até 3 salários mínimos, para bolsa parcial que representa 50% do valor da mensalidade do curso.

Segundo o Ministério da Educação, a classificação dos estudantes inscritos nos processos seletivos do ProUni considerará as notas obtidas nas duas últimas edições do Enem, imediatamente anteriores ao processo seletivo do ProUni para ingresso em curso de graduação ou sequencial de formação específica.

A lista de critérios para a inscrição exige ainda que o candidato à bolsa seja brasileiro, não portador de diploma de curso superior que tenha participado do Enem em qualquer das duas últimas edições e que atenda a pelo menos uma das condições a seguir:

I- estudante que tenha cursado:

– o ensino médio integralmente em escola da rede pública;
– o ensino médio integralmente em instituição privada, na condição de bolsista integral da respectiva instituição;
– o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bolsista integral da respectiva instituição;
– o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista; e
– o ensino médio integralmente em instituição privada, na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista;

II – estudante pessoa com deficiência, na forma prevista na legislação; e

III – professor da rede pública de ensino, exclusivamente para os cursos de licenciatura e pedagogia, destinados à formação do magistério da educação básica, independentemente da renda a que se referem os §§ 1º e 2º do art. 1º da Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005.

Fonte: EBC

Software para Gestão Escolar

O Sistema Lápis é um Software para Gestão Escolar que permite a organização administrativa, pedagógica e financeira de forma eficiente da escola.

O Sistema Lápis é composto dos módulos: Secretaria, Tesouraria, Portaria, Protocolo, Cash, Prova e Biblioteca.

Google entra no mercado da formação acadêmica

O Google decidiu entrar em um dos mais tradicionais setores dos Estados Unidos, o da formação acadêmica. O gigante tecnológico decidiu criar uma série de diplomas mais curtos e mais baratos do que os oferecidos pelas universidades.

O programa é chamado de Certificado de Carreira do Google (Google Career Certificate, em inglês) e trata-se de um conjunto de cursos capazes de formar profissionais de alto nível em diversos setores tecnológicos – todos obviamente úteis para a empresa – sem a necessidade de cursar uma universidade. Todos com direito a diploma emitido pelo gigante de Mountain View, além de um corpo docente alternativo.

Os cursos têm duração de seis meses, sem necessidade de experiência anterior e com bolsas disponíveis. Ainda não há informações sobre os preços, mas seriam por volta de algumas centenas de dólares.

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Segundo o Google, as oportunidades de carreira seriam de analista de dados a gerente de projeto, de designer de interface a especialista em suporte de TI. O objetivo é substituir o ensino tradicional, o que acabou gerando muita controvérsia em volta do projeto.

Isso também pois o que a empresa destaca, na apresentação de seus cursos, é o objetivo de fazer com que seus futuros alunos sejam contratados, em pouco tempo, para um trabalho bem remunerado.

Para ter uma ideia, um Analista de Dados ganha em média US$ 66 mil (cerca de R$ 350 mil) por ano, que passa para US$ 93 mil para um Gerente de Projetos e US$ 73 mil para um UX Designer (que é quem desenha o layout dos apps).

“Aprenda as habilidades que você precisa para iniciar ou avançar sua carreira em setores de grande demanda. Esses certificados, criados pelo Google, colocam você em contato com os melhores empregadores nacionais que estão contratando para funções relacionadas”, aparece na descrição dos cursos do Google.

Cursos do Google valerão como um diploma!!!

O que intriga desses cursos, além da expertise do Google na área tecnológica, é justamente a possibilidade de contato com futuros empregadores. A empresa já afirmou que, no mento do processo seletivo, aceitará o Career Certificate como se fosse um diploma tradicional. Os dois documentos terão o mesmo valor.

Além disso, o Google também promete acompanhar os alunos na busca pelo emprego ideal, mesmo fora do ecossistema de Mountain View.

“Hoje o Google lançou um novo programa para novos empregos digitais para ajudar os americanos a voltarem ao trabalho, para quebrar as barreiras educacionais dando prioridade às habilidades, apoiando o cuidado de economia do país”, escreveu em sua conta Twitter o vice-presidente da empresa, Kent Walker.

Os cursos do Google estarão disponíveis a partir de outubro, apenas para cidadãos dos Estados Unidos. Entretanto, representa uma novidade que pode abalar o sistema de ensino em todo o mundo, há quem critique a medida, argumentando que uma empresa privada não pode e não deve se comparar a uma instituição universitária, e, há quem o veja como um incentivo para que as instituições tradicionais se reinventem e se aproximem das necessidades do mundo do trabalho, além de reduzir suas mensalidades caríssimas, um dos principais problemas enfrentados pelos jovens dos Estados Unidos.